12.8.08

as prosas da calçada








Etiquetas: ,

12.6.08

Pátria Lusa



O hino é composto por três partes, cada uma delas com duas quadras (estrofes de quatro versos), seguidas do refrão, uma quintilha (estrofe de cinco versos). É de salientar que, das três partes do hino, apenas a primeira parte é usada em cerimónias oficiais, sendo as outras duas partes praticamente desconhecidas.

II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!

(refrão)
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

(refrão)

Etiquetas: ,

10.6.08

Portugal



corre nas veias
um sangue quente
... lusitano

Ontem é história
O amanhã uma incerteza

espera-nos a cada amanhã uma batalha
hoje como ontem
sonhamos a conquista

Honrar o dia de Hoje
e cada momento de existência
como uma dádiva
por isso chamado de presente

Etiquetas: , ,

4.12.07

Ao vento...sobre as águas





À torre feita de ferro
Içada ao vento
Erguem-se lânguidos cabos
estendidos

Outrora apartava os seus braços
Saudando cada viagem
Resta agora mais frequente
Movimento que mareia a cada maré

Na sucessão dos anos
Afloram sinais
Perpetuando o tempo
Quase possível de cronometrar
cravada entre cada espaço








Na estranha anatomia
à flor da água
Sinais de geometria
Águas bifurcadas
Que se enredam e atam
A Cada momento

Águas de correntes lentas
marés de memórias sem palavras
poisa a sombra da ave inquieta
desenhada pelas asas
onde se espalha
a céu aberto
prisioneira no verde turvado





Etiquetas:

15.11.07

janela cerrada






algures...
repousa lento
para fora do peitoril
um corpo de céu líquido
que se bebe do silêncio
passagem vaga
a derramar
para lá das cortinas


uma luz inquieta
que nos afaga a casa
de ausência
assombrada

Etiquetas:

23.10.07

vestida de sombra



Manhã azul e antiga
Onde se perde o odor
Suspendo todos os gestos

Caminhando em silêncio
Numa ausência feliz
Atravesso o caminho
que se traça disperso

Alongam-se os traços
como um remorso
Num manso cair da luz

Etiquetas: