19.9.07

Ferida ávida


À flor do silêncio
a abertura do instante
Entre raízes
E a evidência das palavras

À sombra do regaço
A substância
Entre o exílio do sopro
Liberto
Na iminência de uma paz desejada
Clandestino ócio do olhar
Em que estremece
A Ferida ávida

14 Comments:

Blogger hora tardia said...

magnifico o ferimento.
assim.



intenso.



___________________.

6:00 da tarde  
Blogger ap said...

.....

só a poesia faz da trizteza coisa bela

belo

....................

Beijinho

6:26 da tarde  
Blogger Xana said...

Esta é uma noite para me lembrar
Que há qualquer coisa infinita como o firmamento
Um sorriso, um abraço
Que transcende o tempo
E ter medo como dantes
De acordar a meio da noite
A precisar de um regaço...

Gosto do espaço... belo

beijo meu

10:52 da tarde  
Blogger Maria said...

Belo....
... apenas belo!

Beijo

11:15 da tarde  
Blogger Plum said...

...à flor do silêncio...
***

4:39 da tarde  
Blogger saudosista do futuro said...

"clandestino ócio do olhar."


(...)



protentosa imagem.


_____________________________

5:00 da tarde  
Blogger lupussignatus said...

Sequiosa, a ferida, (des)fez-se em sangue. E os lábios voltaram a acender o dia...

11:22 da tarde  
Blogger Bandida said...

seca a terra quando a ferida abre...


belas as tuas palavras. contornando a avidez da ferida.


beijo

B.

12:00 da manhã  
Blogger Dalaila said...

assim estremece o silêncio!~

:)

9:41 da manhã  
Blogger O Profeta said...

Tu não és deste mundo...!

Às vezes o pensamento incontido
Solta-se na manhã perpétua
Aprisionado em gotas de orvalho
Choradas por uma feiticeira Lua

Bom fim de semana

Mágico beijo

7:30 da tarde  
Blogger Nilson Barcelli said...

A tua poesia é impressionante e bela.
Tens, para além disso, um estilo muito próprio. Que eu gosto.
Este poema é excelente. Parabéns.
Bfs, beijinhos.

11:11 da tarde  
Blogger Jose said...

Está divinal.
A foto o poema, simples palavras mas que dizem muito.

Parabéns.

Um beijo.

José

10:19 da manhã  
Blogger Anuska said...

Beijo grande no coração

7:57 da tarde  
Blogger Som Do Silêncio said...

Nessa ferida árida, em que o silêncio me rasga.
Sinto uma inexorável paz ao contemplar as rachaduras férteis das tuas palavras.

Um Beijo Silencioso

9:36 da tarde  

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