29.6.07

Reter na memória


As pupilas abarcam
ao frágil clamor
Cúmplice da cor
que se converterá em cinza

Amo o ciclo eterno
Restituição estéril
Com sabor efémero
E desconheço o consolo

Senão de olhos repletos,
Reter na memória
Esta silenciosa harmonia
Semblante fecundo
Que resiste ao esquecimento cíclico

4 Comments:

Blogger Lu@r said...

Atraquei no teu porto e deixei-me ficar...Das tuas palavras exclui a dor, restou algo de profundo que me tocou suavemente como se fosse uma brisa a passar pelo meu corpo arrepiando os meus sentidos.

Na musica senti paz, nas palavras alguém que é mais do que eu

Beijo profundo

4:22 da tarde  
Anonymous madrugada said...

Muito bem!

Gostei.

6:59 da tarde  
Blogger Vieira Calado said...

Olhe, gostei do seu poema. Cumprimentos.

12:29 da manhã  
Blogger Jardim Proibido said...

Lindo... Profundo...
Algo que se sente vir da alma...

Beijinho.

12:33 da manhã  

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