18.6.07

dias razantes



A chuva quase purificadora
inventa o dia sem lamento
orienta o pensamento
para momentos de prazer

e no silêncio de ti...

presenteia a vida com um sorriso
longe da preguiça e memórias

que reviras nos lençois e fronhas de lamento

7 Comments:

Blogger Plum said...

os lençois ficam com as preguiças e os sorrisos iluminam-se a cada manhã!

7:52 da tarde  
Anonymous ediney said...

o que há depois do fim?
fica o segredo e a poesia bela do fim

2:56 da tarde  
Blogger A.S. said...

A chuva deixou a tua pele
cheirando a madrugada
mas as gotas permanecem
lascivas de orvalho
no supremo gozo de ouvirem
os últimos suspiros...


Para ti... com um beijo!

7:40 da tarde  
Blogger Brain said...

Chuva...
Memórias...
Dias...

Será a chuva sempre triste?
Eu tenho para mim que não.
É, eu definitivamente tenho!

Beijo.

8:11 da tarde  
Blogger A.ses.i.oM said...

A chuva é um prazer,
Para inventar momentos,
De silêncio e pensamentos,
Com sorrisos e gotas de memórias...

9:59 da tarde  
Blogger DELÍRIOS said...

PEDIDO...
Algemem-me quando eu pedir liberdade,
Confundam-me quando certeza eu tiver,
Não ouçam os gemidos de sonhos deflorados
Pelo desejo que é uma lâmina de espada

Pendente sobre a minha pobre cabeça.
Não sequem as lágrimas dos meus olhos,
Ao ouvir diáfano cântico na janela
Pleno de sentimento louco e santo,

Que sai das muitas bocas marmóreas
Das estátuas da minha imaginação.
Deixem-me, vendada, caminhar na estrada,
Pisar os pregos da dor e da desilusão.

Apaguem a luz das noites iluminadas,
E o fogo da acolhedora lareira.
Cruzem floretes com som metálico
Ferindo nuvens que correm no céu.

Escalem intransponíveis muralhas,
Edifiquem castelos de infelicidade,
Façam do meu coração uma herdade,
Construam indevassável prisão

Para encarcerar meu corpo e minh’alma
No escuro de gélida masmorra,
Mas não tirem do meu âmago
A semente de amor que brotará um dia.

10:41 da tarde  
Blogger paulo said...

cheia de poesia esta imagem

paulo cesar

11:32 da tarde  

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