29.5.07

Voo liberto



Contempla com deslumbramento
pendendo sobre o mar,
erguido numa perfeição sintáctica,
umbilicada num silêncio pálido.

Dou de beber à sede
Um mar sem ondas,
que navega
sem rumo.

Na névoa esfuma-se.
Um voo liberto
que rasga o vento,
tranquilo e puro.

Palavras rejeitadas
leve e languidamente.
Levadas pelo vento,
de um esquecimento.

Mais distantes que o coração,
cálidas de frigidez
Tão longe de ti, como de mim?
cessam em mim…dolentes.

5 Comments:

Blogger Plum said...

Um voo tranquilo e puro...

8:00 da tarde  
Blogger NewImpossiblePrince said...

Obrigado pelo teu comment no meu blog, e parabéns ao teu blog q está excelente!
Adorei este ultimo poema ;)
*****

11:32 da tarde  
Blogger un dress said...

a.l.aR

10:24 da manhã  
Blogger A.S. said...

Gostei do poema! Tem uma expressividade poética invulgar...


Um beijo!

6:26 da tarde  
Blogger lampâda mervelha said...

Como será sentir o vento por baixo das asas...

10:41 da manhã  

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